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18.06.2019
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães


Oito meses depois de o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) abrir uma ação para apurar o impulsionamento de mensagens pelo WhatsApp contra o PT, durante as eleições de 2018, ninguém foi ouvido no processo.

A ação, ajuizada pelo PT, foi aberta em outubro, após uma reportagem da Folha noticiar que empresários apoiadores do então candidato e hoje presidente Jair Bolsonaro (PSL) bancaram o disparo de mensagens em massa contra seu adversário na disputa, Fernando Haddad (PT), que acabou derrotado no segundo turno.

Disparos em massa utilizam sistemas automatizados que não são permitidos pela legislação eleitoral. Além disso, pagamentos em benefício de um determinado candidato teriam de ser declarados à Justiça Eleitoral —do contrário, podem configurar caixa dois.

No cenário mais grave, caso fique comprovada a prática e o suposto abuso de poder econômico nas eleições, a ação poderá resultar na cassação do mandato do presidente e de seu vice, Hamilton Mourão (PRTB). O processo é de relatoria do corregedor-geral eleitoral, ministro Jorge Mussi.

A área técnica responsável pela condução do processo informou, por meio da assessoria do TSE, que ainda não houve decisão quanto aos pedidos de depoimento de testemunhas.

A corte também não recebeu nenhum relatório da Polícia Federal sobre o tema. Também no ano passado, a PF abriu investigações sobre o suposto uso irregular de WhatsApp durante a campanha.

Dono da agência Quickmobile, uma das suspeitas de prestar o serviço de disparos em massa pelo WhatsApp, o empresário Peterson Rosa Querino foi excluído do processo no TSE pelo ministro Mussi.

Segundo a decisão, Querino não foi localizado pela Justiça nas três tentativas realizadas. Ele é considerado uma das peças-chave para a apuração.

Em abril, o PT recorreu da decisão de Mussi, requerendo que o TSE tentasse notificar Querino em um novo endereço. O ministro negou o recurso, sob o argumento de que ele foi apresentado fora do prazo e é preciso manter a celeridade do processo.

“Ademais, não se poderia garantir o sucesso da nova notificação no endereço […], ante o tempo já transcorrido, de modo a tornar essa busca interminável, com grave comprometimento à marcha processual, sendo certo o dever do juiz de dirigir o processo, cumprindo-lhe velar por sua duração razoável”, escreveu o ministro do TSE.

Advogados do PT, Eugênio Aragão e Marcelo Schimidt então entraram com mandado de segurança no TSE contra a decisão de Mussi, com o objetivo de tentar garantir a citação de Querino. O mandado de segurança é um processo paralelo à ação e está sob relatoria do ministro Edson Fachin.

O PT alegou nesse pedido que “é nítida a tentativa do representado Peterson Querino de se furtar à execução da lei”. Para o partido, há indícios de que o empresário registrou em documento recente um endereço onde não residia, o que impossibilitou sua localização.

“O abuso [de poder econômico na eleição] emergiria da contratação de disparos em massa de forma ilícita. As empresas contratadas para concretização do abuso, portanto, são peças fundamentais ao deslinde da controvérsia”, sustentou o PT.

“Verificou-se no curso do processo –por meio das defesas apresentadas pelos antigos sócios– que o sr. Peterson é o único sócio da empresa Quickmobile […] Consequentemente, a negativa de citação do único sócio responsável por uma das empresas envolvidas no esquema denunciado representa óbice grave à devida instrução processual e a eventuais sanções.”

Ainda não há decisão do ministro Fachin quanto pedido formulado no mandado de segurança, que interfere diretamente na ação que investiga o impulsionamento de mensagens.
Da FSP

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Fonte:https://blogdacidadania.com.br/2019/06/tse-acoberta-crime-eleitoral-de-bolsonaro/

01.02.2018
Do portal BRASIL247

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Fonte:https://www.brasil247.com/pt/247/poder/339522/Carmen-deu-declara%C3%A7%C3%A3o-contra-Lula-em-jantar-com-representantes-da-Shell.htm

14.02.2015

Do portal BRASIL247

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/170158/Veja-n%C3%A3o-esconde-seu-sonho-dourado-pegar-Lula.htm

29.12.2014
Do portal BRASIL247

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Depois de classificar o tucano Aécio Neves (PSDB-MG), a quem apoiou abertamente para a presidência da República, como o pior senador do Brasil, com nota zero, a revista da Editora Abril tentou se explicar; disse, em nota, que seu desempenho parlamentar foi afetado pela campanha presidencial, que o afastou do Senado; a revista não informa, no entanto, que os dois primeiros colocados no ranking, os senadores Eduardo Amorim (PSC-SE) e Lindbergh Farias (PT-RJ), também concorreram a cargos majoritários, disputando os governos de Sergipe e Rio de Janeiro; uma explicação mais plausível é o apoio precoce da Abril a nomes como Geraldo Alckmin ou José Serra em 2018

Minas 247 – A informação publicada pelo 247 sobre a nota zero dada pela revista Veja ao tucano Aécio Neves (PSDB-MG), num ranking que o classificou como o pior senador do País (leia mais aqui), causou tanto rebuliço nas redes sociais (foram mais de 60 mil compartilhamentos no Facebook até agora), que levou a própria Editora Abril a tentar explicar a saia justa com o candidato que apoiou abertamente na sucessão presidencial.

Em nota, a revista Veja informa que o desempenho de Aécio foi afetado pela campanha presidencial, que teria provocado seu afastamento das atividades parlamentares. “Os mais de 51 milhões de votos obtidos por Aécio na disputa presidencial vencida por Dilma Rousseff, com vantagem de pouco mais de 3 milhões de votos, indicam a relevância e a aprovação por um imenso grupo de brasileiros do trabalho parlamentar do senador mineiro desde fevereiro de 2011, respeitado tanto por companheiros de partido como por opositores”, diz a revista. “Sua posição no Ranking do Progresso em 2014 é, portanto, um ponto absolutamente fora da curva.”

No entanto, os dois primeiros candidatos nesse ranking elaborado por Veja, os senadores Eduardo Amorim (PSC-SE) e Lindbergh Farias (PT-RJ), também foram candidatos a cargos majoritários em 2014, aos governos de Sergipe e Rio de Janeiro, sem que isso afetasse seus desempenhos parlamentares.

Uma análise possível para o zero de Veja em Aécio é uma eventual sinalização para 2018, ano em que as elites paulistas apoiariam o governador Geraldo Alckmin ou o senador eleito José Serra para a presidência da República (leia mais em ‘Nota zero de Veja em Aécio já o exclui de 2018?’).

Leia, abaixo, a nota da Abril sobre a classificação de Aécio:

O que explica o mau desempenho de Aécio Neves no Ranking do Progresso?

O que explica a má colocação do senador Aécio Neves (PSDB-MG) na edição de 2014 do Ranking do Progresso de VEJA em parceria com o Núcleo de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Necon)? Candidato à Presidência desde junho deste ano, Aécio saiu em campanha pelo país, o que evidentemente o afastou de Brasília e da movimentação cotidiana do Senado. Era natural, dada a ausência, imperativa aos candidatos a qualquer cargo, mas sobretudo aos postulantes a presidente, que Aécio fosse penalizado por dedicar menos tempo à atividade legislativa, votando menos do que poderia, por exemplo. Se tivesse votado em todas as ocasiões e aproveitado as oportunidades para fazer mais pronunciamentos e apresentar mais emendas, Aécio apareceria melhor posicionado na listagem. Os mais de 51 milhões de votos obtidos por Aécio na disputa presidencial vencida por Dilma Rousseff, com vantagem de pouco mais de 3 milhões de votos, indicam a relevância e a aprovação por um imenso grupo de brasileiros do trabalho parlamentar do senador mineiro desde fevereiro de 2011, respeitado tanto por companheiros de partido como por opositores. Sua posição no Ranking do Progresso em 2014 é, portanto, um ponto absolutamente fora da curva
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/164914/Veja-nota-zero-de-A%C3%A9cio-%C3%A9-%27ponto-fora-da-curva%27.htm

01.12.2014
Do portal BRASIL247, 28.11.14
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Como pequenas coisas podem fazer uma grande diferença
247 – O lançamento deste livro marcou o surgimento de um novo e brilhante talento jornalístico, nascido nas páginas da The New Yorker. Malcolm Gladwell codificou uma teoria conhecida pelos especialistas em marketing, mas não pelos consumidores afetados por ela: as tendências se espalham como vírus. Para que uma mensagem ou um produto desconhecido se transforme em um fenômeno de público, o especialista em marketing deve primeiro encontrar o “ponto da virada”, aquele flash mágico que projeta a sua iniciativa rumo à popularidade viral. A premissa de Gladwell de que as tendências sociais saturam o público como epidemias contagiosas (apesar da imprevisibilidade dos vírus) desperta a curiosidade do leitor. Formadas por um conjunto de anotações, algumas fugindo desnecessariamente do tópico e outras absolutamente brilhantes, as pesquisas do autor sobre o tema garantem uma leitura fascinante. Apesar de Gladwell não conseguir decifrar plenamente o ciclo da propagação das tendências, a getAbstract recomenda este texto quase seminal, o qual experimentou o seu próprio ponto da virada: de viral se tornou um manual obrigatório para qualquer currículo.

Autor: Malcolm Gladwell
Editora: Sextante
Data de Publicação: 2009
Páginas: 288
ISBN: 9788575424834

Avaliação getAbstract: 9

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Fonte:www.brasil247.com/pt/247/gestao/162071/O-ponto-da-virada.htm
Importância: 7
Inovação: 10
Estilo: 9

Em colaboração com a getAbstract, maior fornecedora mundial de resumos de livros de negócios ****
Fonte:www.brasil247.com/pt/247/gestao/162071/O-ponto-da-virada.htm