Arquivo da categoria ‘evangélicos’

03.02.2015

Do portal GOSPEL PRIME, 02.02.15

Por Thiago Cortês

Palestrante do curso interrompido pelo Ministério Público afirma que “Ex-gays atrapalham os negócios do movimento gay”

No dia 22 de janeiro, na Sociedade de Estudos Bíblicos Interdisciplinares, na cidade de Taguatinga, no subúrbio do Distrito Federal, acontecia o curso “Homossexualismo: ajudando, biblicamente, a prevenir e tratar aqueles que desejam voltar ao padrão de Deus para sua sexualidade”, voltado exclusivamente para lideranças evangélicas.

Por volta das 21h30, os palestrantes Airton Williams e Claudemir Ferreira Soares foram notificados a comparecer ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para prestar esclarecimentos sobre o curso. O deputado federal Jean Wyllys assumiu a autoria de uma das denúncias. Em entrevista exclusiva, um dos palestrantes, Claudemir, conta sua história e alerta: “o movimento LGBT só se move em direção aos cofres públicos”.

Você se apresenta como ex-gay. Como foi esse processo de mudança?

Em primeiro lugar, é importante deixar claro o que devemos entender pelos termos “gay” e “ex-gay”. Ambos referem-se a identidades socialmente construídas. A identidade gay visa afirmar um estilo de vida de quem se adequa à prática do homossexualismo e não se incomoda com a atração por pessoas do mesmo sexo. Quanto ao termo “ex-gay”, ele só tem sentido no que se propõe a desconstruir a mítica identidade gay. Portanto, tanto os termos “gay” quanto “ex-gay” são afeitos exclusivamente ao campo das disputas ideológicas.

Quanto ao que você chama de “processo de mudança”, digo, de saída que, no meu caso, não houve nenhum “processo”. Aconteceu de maneira instantânea, radical, completa e definitiva. Até os 22 anos, eu era tão gay quanto qualquer gay poderia ser. Assumi por volta dos 19 anos, mas fui iniciado no homossexualismo por volta dos 7 anos, e sentia atração por indivíduos do sexo masculino “desde que me entendia por gente”.

E como foi essa mudança radical e definitiva?

Um dia, por volta dos 22 anos, fui “forçado” por uma forte chuva a entrar em uma igreja evangélica na periferia do Distrito Federal. O pregador era um homem muito simples e de pouco estudo. Apesar disso, em determinado momento da pregação ele disse: “um homem só pode saber se sua vida agrada a Deus se ele souber do que Deus se agrada”.

A logicidade e a profundidade filosófica daquela única frase colocou em xeque toda a minha forte convicção acerca de Deus, Bíblia, igreja, evangélicos e homossexualidade. É bom lembrar que eu costumava odiar a maioria dos crentes e suas igrejas! Porém, depois de ouvir aquela afirmação do pastor, decidi fazer o seguinte “pacto”: se eu estivesse errado e o “Deus dos crentes” mudasse minha forma de pensar, eu O serviria para sempre.

Fui à frente, em sinal de que estava aceitando Jesus, chorei bastante e, no dia seguinte, comecei a estudar a Bíblia compulsivamente. Isso ocorreu em 30 de março de 1997. Desde aquela data, livrei-me instantaneamente da atração pelo mesmo sexo, abandonei o homossexualismo e renunciei à identidade gay.

Como o movimento LGBT trata pessoas que se apresentam como ex-gays?

Nenhuma entidade do movimento LGBT luta por tolerância. A luta desse “movimento” é por apenas uma coisa: dinheiro público! O povo brasileiro não entende de Políticas Públicas, Convênios, ONGs, etc. Por isso, acredita na lorota de “luta pelos direitos humanos para a população LGBT” que os ativistas gays apregoam na mídia e junto ao Poder Público. Não por acaso, os líderes desse “movimento” fazem tudo o que podem para evitar que seja dada visibilidade àqueles que eles chamam de “ex-homossexuais”.

Por que o movimento LGBT se ressente de ex-gays?

Esses líderes não odeiam quem se livrou da atração pelo mesmo sexo, abandonou o homossexualismo e renunciou à identidade gay. Eles apenas querem nos calar para não atrapalharmos os “negócios” do “movimento”. Eles sabem que é possível mudar de orientação sexual…

Alguém do movimento admitiu que é possível mudar de orientação sexual?

Ninguém menos que a senadora e sexóloga Marta Suplicy, militante no movimento homossexual desde os anos 80, e o Dr. Luiz Mott, antropólogo, decano do movimento homossexual no Brasil, afirmam expressamente que é possível deixar de sentir atração por pessoas do mesmo sexo e desenvolver a atração pelo sexo oposto. Suplicy declara esse fato em seu livro “Sexo para Adolescentes”. Mott, por sua vez, discorre demoradamente sobre o tema ex-gays em seu livro “Crônicas de Gay Assumido”.

Portanto, dizer que “não existe ex-gay” é uma afirmação tão estúpida que nem mesmo os ativistas gays acreditam nela. O problema entre o ex-gay e o dono de uma ONG LGBT é que o primeiro constitui a antítese personificada de absolutamente tudo o que o segundo pode utilizar para ludibriar a opinião pública e surrupiar os recursos públicos que são supostamente destinados a “combater a homofobia”. Só isso.

Em geral, como ficam as vidas das pessoas que se declaram ex-gays ou ex-lésbicas?

Sofremos um duplo preconceito: os héteros dizem que não existimos e os gays que estamos mentindo. A imprensa nos retrata de maneira caricata, como mentirosos. As universidades nos ignoram. Nesse caso, há um dogma em praticamente todas as universidades públicas no Brasil segundo o qual é “antiético” pesquisar a possibilidade de mudança de orientação sexual.

Claudemiro Soares

Por que o curso voltado a pastores no DF foi interrompido?

Em primeiro lugar, é importante dizer exatamente isso: o curso foi in-ter-rom-pi-do. Depois da interrupção, por volta das 21h30 da quinta-feira, 22, prosseguimos normalmente com as atividades do curso. Em nenhum momento o MPDFT embargou, suspendeu ou fez algo parecido contra a realização do curso.

Quanto ao motivo da interrupção, à noite, acredito que o MPDFT tenha sido ludibriado por um grupo de sociopatas que se valeu da função pública e do poder político e institucional de que dispõe para convencer aquele Parquet de que estávamos praticando um crime.

Mas, oficialmente, por que o Ministério Público interveio?

É bom deixar claro que foram feitas duas denúncias contra nós. Na primeira, uma Coordenadora-Geral de um órgão da Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República (o “Balcão de Negócios” do “movimento”), dizendo haver recebido uma denúncia do Conselho Regional de Psicologia (CRP-01), solicitou providências ao Promotor do MPDFT. Na segunda, a Coordenadora-Assistente do “CREAS da Diversidade”, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Humano e Social do Governo do Distrito Federal, em parceria com dois psicólogos, elaborou um “Relatório Psicossocial”, fundamentado em “falas” de “lideranças do movimento LGBT do DF” e julgamentos temerários de um livro que nenhum deles leu (o meu livro: “Homossexualidade Masculina: Escolha ou Destino?”). Em seguida, a Coordenadora-Assistente encaminhou ao MPDFT o tal Relatório, acompanhado de cópia da capa e da contracapa do meu livro, endossando, assim, a sanha denuncista.

O deputado federal Jean Wyllys veio a público criticar o curso em diferentes ocasiões e assumiu a autoria de uma das denúncias. O que você acha que o irritou tanto?

Adolescentes costumam ser ousados, mas também têm horror à possibilidade de serem considerados “incapazes” ou “fracos”. No afã de parecerem corajosos, fazem as piores besteiras. O deputado é uma criança…No máximo, um adolescente. Digo isso porque as coisas ditas e feitas por ele guardam total correlação com as peraltices típicas da adolescência. Por outro lado, é bom não esquecermos que o tal “movimento” só se move em direção aos cofres públicos. O nosso curso constitui, de fato, uma ameaça aos vultosos ganhos financeiros dos donos de ONGs LGBT e, por conseguinte, de muitos cabos eleitorais de alguns parlamentares.

Você considera que esse episódio abre um precedente perigoso?

Se os cristãos e pesquisadores brasileiros não acharem que esse episódio demonstrou a força dos sociopatas que estão encastelados em órgãos públicos, ocupando cargos de confiança e exercendo funções de Direção e Assessoria, acho que o procedente é tenebroso e temo pelo que será do futuro das próximas gerações que amam Jesus e apreciam a boa ciência.

Por outro lado, se os seguidores de Cristo e a comunidade científica (aquela parcela não alinhada à ditadura do “politicamente correto”) entender que esse episódio expôs o quão ridículos e estúpidos podem ser esse grupo delinquentes, poderão elaborar estratégias simples para colocá-los no devido lugar: na cadeia ou, no mínimo, fora de qualquer função pública.

O que você diria para os evangélicos que se surpreenderam com o episódio?

Acho que os evangélicos que se surpreenderam com esses fatos ocorridos aqui no Distrito Federal devem prestar mais atenção ao que está escrito na Bíblia acerca do combate que todo cristão autêntico terá de travar até o dia de Cristo. Nesse sentido, eu encorajo o povo de Deus a ser mais crente nas Escrituras e ousar desafiar explícita e publicamente os poderes desse mundo tenebroso. É um erro teológico grotesco acreditar que temos de “nos submeter a toda e qualquer autoridade”. Isso, na verdade, é um ataque frontal aos ensinos bíblicos e, a meu ver, uma “desculpa santa” para a covardia. Ao invés disso, temos de orar pelas pessoas que se encontram em posição de autoridade, mas denunciar seus atos malignos que contrariem o propósito de Deus para seus filhos e criaturas!

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Fonte:http://noticias.gospelprime.com.br/movimento-lgbt-dinheiro-ex-gay/

28.01.2015
Do portal GNOTÍCIAS, 27.01.15
Por Tiago Chagas

Organização de congresso pentecostal usa imagem do ex-presidente Lula para divulgar evento; AssistaA divulgação do 7º Congresso Fogo de Avivamento para o Brasil vem espalhando um vídeo nas redes sociais que traz a imagem do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. O pastor Marco Feliciano (PSC-SP), um dos palestrantes, compartilhou o vídeo em sua página no Facebook e em seu grupo no WhatsApp.

O texto narrativo do evento associa o avivamento à prosperidade financeira, e mostra a imagem do ex-presidente quando o locutor diz que “Deus pega o mais simples dos homens e o faz assentar entre os príncipes e os poderosos”, fazendo referência ao capítulo 2 de I Samuel.

O jornalista Lauro Jardim destaca o fato de que, mesmo sendo um “antipetista ferrenho”, o pastor Marco Feliciano compartilhou o vídeo. O trecho inserido é o de uma entrevista de Lula à TV Record, ainda durante seu primeiro mandato.

“Nós só queremos dizer o seguinte: a maior conquista nossa é o fato da gente estar dentro do palácio, coisa que eles jamais pensava (sic) entrar”, diz o ex-presidente Lula, às lágrimas.

O 7º Congresso Fogo de Avivamento para o Brasil contará com figuras polêmicas do meio evangélico: os televangelistas norte-americanos Mike Murdock e Benny Hinn, conhecidos pela ênfase que dão à teologia da prosperidade; o apóstolo Agenor Duque e sua esposa, bispa Ingrid Duque; além dos cantores pentecostais Damares, Anderson Freire e Fernandinho.

O evento, que é promovido pela Igreja Plenitude do Trono de Deus, será realizado no Estádio do Canindé, em São Paulo, entre os dias 17 e 18 de fevereiro. A entrada será 1 Kg de alimento não perecível. No entanto, os organizadores criaram camarotes e áreas VIP para os fiéis que estiverem interessados em desembolsar um pouco mais para participar do Congresso.

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Fonte:http://noticias.gospelmais.com.br/congresso-pentecostal-usa-imagem-ex-presidente-lula-74072.html

12.01.2015

Do portal VOLTEMOS AO EVANGELHO

Por Dave Russell

EvangelismoUniversitario

Embora o câmpus universitário ofereça uma excelente oportunidade para a evangelização, também pode ser desafiador ultrapassar o abismo entre a igreja local e o câmpus universitário.

Os câmpus universitários muitas vezes parecem “uma cidade dentro de uma cidade”. Eles têm sua própria cultura, seus próprios calendários, sua própria (e estreita) demografia. Enquanto muitas pessoas estão em casa escovando os dentes e se preparando para dormir, estudantes universitários podem estar pensando que esteja na hora de pedir uma pizza e começar a trabalhar em um artigo científico de dez páginas. Quando comecei o ministério no câmpus aos 22 anos, eu me parecia com os alunos do câmpus. Agora, aos 36 anos, eu chamo a atenção se estiver em um alojamento universitário. Por essa e tantas outras razões, há um abismo a transpor.

Apesar disso, nós queremos que as igrejas sejam capazes de influenciar o câmpus e que o câmpus esteja presente na igreja local. Mas como?

A resposta breve é que as igrejas devem buscar uma dinâmica de ministério que estabeleça um ciclo entre câmpus e igreja. À medida que a igreja impacta o câmpus universitário, o câmpus é envolvido na vida da igreja local e, então, aquela igreja prepara aqueles estudantes para caminhar com Deus e labutar pelo evangelho de volta no câmpus. Isso pode ser demonstrado no seguinte diagrama:

O CICLO

O primeiro passo decisivo ocorre da igreja para o câmpus. É preciso enviar obreiros ao câmpus para que preguem o evangelho. No mínimo, isso significa preparar estudantes universitários que sejam membros de sua igreja. Isso também pode incluir usar a equipe pastoral (pastores universitários, estagiários remunerados etc.), líderes leigos ou um ministério paraeclesiástico fiel (mas nunca em lugar da preparação dos estudantes da igreja). O objetivo é alcançar o câmpus com o evangelho por meio do envio de obreiros para um ministério focado nele. Em vez de simplesmente tentar atrair estudantes universitários com uma programação dentro da igreja, as igrejas devem focar em alcançar os câmpus por meio do envio de obreiros ao câmpus.

O segundo passo é integrar tudo o que acontece no câmpus à igreja local. À medida que as igrejas propagam o evangelho e os estudantes se voltam para Cristo, eles devem então ser envolvidos naquela igreja local, onde serão ensinados sobre a importância do batismo, da membresia da igreja e da comunhão. Eles devem ser discipulados como membros da igreja local.

Depois, então, o ciclo se repete: à medida em que os alunos estão conectados à vida da igreja, eles são preparados para voltar ao câmpus para servir e causar impacto. Todo o ministério que é realizado fora é, então, trazido de volta à igreja local.

EM QUE MUITAS VEZES SE TORNA O MINISTÉRIO NO CÂMPUS

Na minha experiência, ministérios universitários têm dificuldade em desenvolver uma dinâmica de ciclo entre a igreja e o câmpus. Os dois se separam e o ministério universitário passa a funcionar como uma subcultura isolada. Deixe-me dar dois exemplos:

Desligado da igreja: errando o alvo

Com muita frequência, ministérios universitários teologicamente confiáveis – sejam eles paraeclesiásticos, denominacionais ou mesmo mantidos por igrejas — propagam o evangelho e fazem coisas boas, mas não estão integrados à vida da igreja local. Eles têm um ministério frutífero no câmpus, uma diversidade de pequenos grupos e oportunidades de treinamento, mas os próprios estudantes não se conectam de uma forma significativa às igrejas locais. Talvez eles não estejam envolvidos na igreja de modo nenhum igreja; talvez estejam sempre mudando de igreja, ou talvez apenas considerem a igreja um lugar para ir aos domingos de manhã.

Estes tipos de ministérios no câmpus acabam estabelecendo uma dinâmica que opera isolada da igreja. Eles têm boas intenções, mas deixam de lado um aspecto crucial de seguir a Jesus: viver dentro da estrutura e da responsabilidade da igreja local e de seus líderes. Eles fazem coisas boas, mas não estão preparando aqueles estudantes para uma vida inteira de seguir a Jesus. Em vez de associarem-se às igrejas locais, esse ministérios terminam como substitutos acidentais da igreja local na vida dos estudantes cristãos.

Desligados do câmpus: perdendo oportunidades

O outro lado da moeda é que há igrejas que têm estudantes frequentando, talvez até como membros. Esses estudantes podem participar em atividades ministeriais e programas da igreja. O problema é que eles não estão de fato integrados ao câmpus; eles não estão buscando focar o ministério ali.

Para esclarecer, eu não acredito que todos os universitários devam direcionar seu ministério pessoal ao câmpus. Contudo, se a maioria dos estudantes universitários de sua igreja não busca um ministério pessoal no câmpus, eu penso que tanto eles quanto vocês estão perdendo uma excelente oportunidade. Os estudantes universitários que são membros de sua igreja estão na melhor posição para propagar o evangelho no câmpus. Esse tipo de ministério pode fazer um bom trabalho ao envolver os estudantes do câmpus na vida da igreja local, mas erra o alvo à medida que não procura discipulá-los ou equipá-los para, intencionalmente, impactarem o seu campus.

COMECE COM ALGUMAS PESSOAS, NÃO ALGUMAS ATIVIDADES

Muitos ministérios universitários têm dificuldades de desenvolver esta dinâmica cíclica. Em vez de perguntar: “Como atrairemos estudantes universitários à nossa igreja?”, nós deveríamos perguntar: “Como a nossa igreja está impactando o câmpus com o evangelho?”.

Com muita frequência, os ministérios universitários reúnem uma multidão de estudantes para grandes reuniões e atividades. Mas o de que o câmpus precisa mesmo não são mais atividades, e sim pessoas que propaguem o evangelho aos estudantes incrédulos, que alcancem os estudantes cristãos ao seu redor e os ajudem a se envolverem na igreja e a serem discipulados.

A questão agora se torna… “Como?”

Comece com algumas pessoas. Quer sejam alguns estudantes, alguns líderes leigos ou alguns membros da equipe pastoral ou estagiários, comece a pensar em como sua igreja pode evangelizar e discipular no câmpus. Se não for possível ainda ter um grupo de pessoas comprometido com esse alvo, aqui estão algumas coisas que você pode fazer nesse ínterim:

  • Ore regularmente, nas reuniões semanais de sua igreja, para que o evangelho avance nos câmpus locais.
  • Considere contratar estagiários (estudantes recém-formados seriam o ideal) para se dedicarem ao evangelismo no câmpus. Esses estagiários poderiam ser integral ou parcialmente sustentados.
  • Ensine os estudantes universitários acerca da importância da membresia da igreja e encoraje-os a se tornarem membros de uma igreja nos primeiros anos de faculdade. Ajude-os a ver que quatro anos é tempo o bastante para se comprometer com uma igreja local e que isso não deve ser visto como uma fase transitória.
  • Em vez de oferecer aulas de acordo com a faixa etária (Escola Dominical tradicional), integre os estudantes universitários às classes de adultos.
  • Concentre-se mais em treinar e discipular os estudantes do que em programações atrativas e legais. Treine os estudantes para usarem ferramentas evangelísticas como “Duas maneiras de viver”, “Christianity Explored” e “One to one Bible reading” [“Cristianismo explorado” e “Leitura Bíblica Um a Um”, ambos sem tradução em português].
  • Ajude a posicionar os estudantes para impactarem o câmpus. Em vez de viverem num apartamento fora do câmpus, encoraje-os a morarem num alojamento de calouros ou num local onde eles possam desenvolver muitos relacionamentos.
  • Encoraje os membros de sua igreja a convidarem estudantes a suas casas e os estudantes a convidarem membros de sua igreja ao câmpus.
  • Dave Russell mora em Washington, D. C., onde serve como diretor do Campus Outreach DC e é pastor assistente da Capitol Hill Baptist Church. Depois de 15 anos servindo no ministério universitário, ele está começando a plantação de uma igreja em Charlotte, North Carolina, que será oficialmente aberta em 2015.

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Fonte:http://voltemosaoevangelho.com/blog/2014/12/evangelismo-universitario-e-igreja/?twitter&utm_content=bufferc0370&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_campaign=buffer

01.02.2014

Do portal G NOTÍCIAS, 31.12.14

Por  Dan Martins 

Alice Cooper afirma que seu trabalho é “avisar às pessoas sobre satã”Em uma entrevista concedida recentemente ao site DC Beacon, o lendário músico do rock Alice Cooper falou sobre sua atual dedicação em servir a Cristo e em divulgar o evangelho. Afirmando estar em uma missão para “alertar as pessoas sobre satã”, ele diz se considerar apenas um pequeno totem nesse trabalho de falar sobre Deus;

O músico afirmou ainda que evita o rótulo de “celebridade cristã”, porque “é realmente fácil ter foco em Alice Cooper e não em Cristo”.

– Eu sou um vocalista de rock. Nada mais que isso. Não sou um filósofo. Eu me considero apenas um pequeno totem de conhecimento cristão. Então não espere tantas respostas vindas de mim – ressaltou.

Durante a entrevista, ele comentou também que tem falado de Cristo para vários amigos do meio artístico, e que muitos nomes conhecidos do mercado musical tem abraçado a fé cristã.

– Eu falei com algumas pessoas que são meus amigos, e eles disseram em voz alta que aceitaram Cristo. Eu falei com algumas grandes estrelas sobre isso, alguns personagens horríveis, e você ficaria surpreso. Aqueles que você acha que estão mais perdidos, são os mais propensos a ouvir – afirmou Alice Cooper.

Com as músicas de suas mais recentes gravações de indicando uma mudança em seu coração, Cooper afirma ver seu personagem no palco como um “profeta do julgamento”, que alerta às pessoas que o diabo existe, e não é apenas um mito.

– Tenha cuidado! Satã não é um mito. Não fique sentado aí fingindo que ele é uma piada’. Eu acho que meu trabalho é avisar às pessoas sobre Satã – citou o músico, ao falar sobre a mensagem que tenta passar às pessoas.

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Fonte:http://noticias.gospelmais.com.br/alice-cooper-avisar-pessoas-sobre-sata-73663.html

02.01.2015

Do portal VOLTEMOS AO EVANGELHO

Por Joe Holland*

6DicasParaLer

1) Encontre um plano de leitura dos salmos. Seu primeiro passo é encontra um plano de leitura dos salmos. Uma rápida busca na internet pode ser tudo o que você precisa para encontrar um que te agrade. O bom de ler os salmos sucessivamente em, digamos, um mês, é que eles não são consecutivos, logo, se você não puder fazer uma ou outra leitura, você pode começar de onde parou sem precisar pular algumas partes. Você pode até mesmo ler apenas um salmo por dia e, assim, ler todos os salmos duas vezes por ano.

2) Utilize recursos que mostram Jesus nos salmos. Tão importante quanto encontra rum plano de leitura e segui-lo é encontrar recursos que mostram como os salmos apontam para a pessoa e a obra de Jesus. As razões por que isso é tão importante é porque os autores do Novo Testamento enxergavam os salmos como material crucial para o entendimento de quem Jesus era e o que ele veio fazer. Há, aproximadamente, 147 referências diretas aos salmos no Novo Testamento. Há quase tantas citações de salmos no Novo Testamento quanto há salmos no saltério! Os salmos são fundamentalmente messiânicos.

3) Marque sua cópia dos salmos. Se há um livro da Bíblia que merece uma boa dose de marcação ou sublinhados, é o livro dos Salmos. Por que não conectar a sugestão anterior com essa e marcar todas as 147 referências do Novo Testamento a eles?

4) Ore os salmos. Isso é chave. Os salmos são, fundamentalmente, orações cantadas. Você pode não ser um cantor de salmos (veja o próximo ponto), mas você, definitivamente, deveria ser um orador de salmos. Conforme você lê os salmos, leia-os em voz alta, parafraseando como sendo suas próprias orações. Fazer isso, com o tempo, te ajudará a desenvolver uma vida de oração saudável que utiliza temas e vocabulário da própria Bíblia.

5) Cante os Salmos. Isso é um pouco mais difícil se a sua igreja não faz isso ou você não é muito musical. Mas também é possível encontrar alguns bons recursos na internet para te ajudar a fazê-lo.

6) Leia os Salmos com outros. Por último, ler os salmos com outras pessoas te dá uma perspectiva mais profunda, conforme vocês discutem o que estão aprendendo. Se você encontrou um bom plano de leitura, por que não convidar um amigo para fazê-lo junto com você? Saber que outros estão lendo os mesmos salmos ao mesmo tempo ou nos mesmos dias pode ser uma prática única e edificante.

Artigo Completo

Leia o artigo completo no site Reforma21:

*Joe Holland é pastor da Christ Covenant Presbyterian Church em Culpeper, Virgínia, EUA.

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Fonte:http://voltemosaoevangelho.com/blog/2014/12/6-dicas-pra-ler-os-salmos-devocionalmente/?twitter&utm_content=buffer2335a&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_campaign=buffer