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23.02.2015

Do portal do MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, 25.04.2012

ENTREVISTA MANOEL DANTAS previdencia-em-questao-n63

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Fonte:www.previdencia.gov.br

03.02.2015

Do portal GOSPEL PRIME, 28.01.15

Por Joel Engel *

Joel EngelA tentativa do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) de impedir um curso para pastores ministrado pelo ex-homossexual Claudemiro Ferreira é uma mostra absurda da ditadura ideológica que o parlamentar está disposto a impor caso mantenha sua influência sob o Governo.

O curso previsto para acontecer entre os dias 19 e 23 do presente mês foi interrompido pela Justiça após o parlamentar – homossexual assumido e principal opositor da cultura judaico-cristã no país – ter denunciado ao Ministério Público do Distrito Federal (MP-DF) que o curso tratava a homossexualidade como “doença”.

Os palestrantes Airton Williams e Claudemiro Soares foram intimados pelo Ministério Público a comparecer no Núcleo de Enfrentamento a Discriminação durante o evento em Brasília. Contra eles, foi feita por Wyllys uma acusação sobre “charlatanismo”. Uma denúncia absurda, já que o tema do evento não tem qualquer perspectiva de ter discurso de intolerância ou homofobia.

Wyllys está agora disposto a tudo para impedir e influenciar nos trabalhos das igrejas cristãs. Talvez seja por isso que o parlamentar seja favorável ao ensino do islamismo nas escolas públicas do Brasil. Se as lideranças não reagirem agora ninguém poderá impedi-los de interromper outras reuniões para intimar pastores a depor.

O fato é que há movimentos querendo impedir que a verdade seja pregada no Brasil. O cartaz do evento dizia somente: “Homossexualismo: ajudando, biblicamente, a prevenir e tratar aqueles que desejam voltar ao padrão de Deus para sua sexualidade”. Agora é crime no Brasil ensinar que a homossexualidade é pecado? É justamente o que o deputado deseja, que a opinião contra a prática seja criminalizada, instaurando uma ditadura moral.

Wyllys, por exemplo, sente-se no direito de defender a prostituição como prática exemplar para a sociedade, inclusive apresentou um projeto para que as prostitutas tenham os mesmos direitos de trabalhadores comuns. Mas os cristãos não tem o direito de se posicionar contra a homossexualidade? Isso é revoltante. Mordaça, ditadura ideológica, autoritarismo e imposição é coisa de nazistas.

Não aceito ditadura ideológica, mordaça ou gueto, nem para mim nem para ninguém, nem para o crente nem para o ateu, nem para o heterossexual nem para o homossexual. Se qualquer pessoa tem o direito de defender o aborto, o uso de drogas, práticas criminosas, tem gente até favorável a pedofilia, e o Ministério Público não interfere, nós cristãos temos o direito de oferecer ajuda para homossexuais que queiram deixar essa prática.

O deputado gosta de acusar os cristãos de preconceituosos e fundamentalistas. Lenin quem disse: “Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz.” Wyllys é um oportunista que tenta  manter seu nome em alta as custas de perseguir e intimidar cristãos Brasil a fora.

Se nos calarmos agora, se os cristãos aceitarem essa imposição ideológica, devem estar preparados para verem pastores e padres sendo presos acusados de homofobia por pregar contra o pecado da prática homossexual em suas igrejas. Temos que dar uma resposta à altura a esse episódio.

O Ministério Público recuou na denúncia, decidiu arquivar o caso por não haver indício de discriminação após o depoimento de um dos palestrantes, que levou o promotor a conclusão óbvia: o curso é voltado para lideranças evangélicas interessadas em acolher homossexuais.

Nós cristãos precisamos aprender a enfrentar a apostasia e lutar contra a influência do mal na sociedade moderna. Precisamos nos posicionar em defesa do evangelho. Em Salmos 2:8 diz: “Pede-me, e te darei as nações como herança e os confins da terra como tua propriedade”. Deus está disposto a nos entregar essa nação, para que o mundo testemunhe da sua glória, mas precisamos estar dispostos a nos posicionar contra a apostasia, o pecado, a depravação moral, o anti-cristo.

O que se insinua é que as pessoas podem escolher agir por qualquer motivo, menos pela fé. Isso é puro preconceito, intolerância religiosa, perseguição, cristofobia, violação dos direitos humanos, dos direitos constitucionais que nos garantem a livre manifestação de culto. O cristão deve ser sal e luz para o mundo e deve apontar o temor do Senhor e seus mandamentos como dever de todo o homem (Eclesiastes 12:13).

Ateus tem o direito de se manifestar contra a fé, mas não de tentar impedir a manifestação de culto. Se aceitarmos essa imposição ideológica, em breve nossas escolas de obreiros e escolas bíblicas dominicais serão fiscalizadas por órgãos públicos para ter seu conteúdo aprovado.

* Joel Engel é escritor, conferencista internacional, presidente do ministério Engel e ministra na área de avivamento há 30 anos no Brasil e Exterior.

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Fonte:http://artigos.gospelprime.com.br/jean-wyllys-curso-gay-igreja/

03.02.2015

Do portal BRASIL247

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O jornalista Mauro Santayanna, um dos mais experientes do País, publicou um importante artigo sobre a campanha de desmoralização da Petrobras; “É preciso tomar cuidado com a desconstrução artificial, rasteira, e odiosa, da Petrobras e com a especulação com suas potenciais perdas no âmbito da corrupção, especulação esta que não é apenas econômica, mas também política”, alerta; “A Petrobras não é apenas uma empresa. Ela é uma Nação. Um conceito. Uma bandeira. E por isso, seu valor é tão grande, incomensurável, insubstituível”, afirma; “Esta é a crença que impulsiona os que a defendem. E, sem dúvida alguma, também, a abjeta motivação que está por trás dos canalhas que pretendem destruí-la”; leia a íntegra de um texto antológico

3 de Fevereiro de 2015 às 08:00

Por Mauro Santayanna

O adiamento do balanço da Petrobras do terceiro trimestre do ano passado foi um equívoco estratégico da direção da companhia, cada vez mais vulnerável à pressão que vem recebendo de todos os lados, que deveria, desde o início do processo, ter afirmado que só faria a baixa contábil dos eventuais prejuízos com a corrupção, depois que eles tivessem, um a um, sua apuração concluída, com o avanço das investigações.

A divulgação do balanço há poucos dias, sem números que não deveriam ter sido prometidos, levou a nova queda no preço das ações.

E, naturalmente, a novas reações iradas e estapafúrdias, com mais especulação sobre qual seria o valor — subjetivo, sujeito a flutuação, como o de toda empresa de capital aberto presente em bolsa — da Petrobras, e o aumento dos ataques por parte dos que pretendem aproveitar o que está ocorrendo para destruir a empresa — incluindo hienas de outros países, vide as últimas idiotices do Financial Times – que adorariam estraçalhar e dividir, entre baba e dentes, os eventuais despojos de uma das maiores empresas petrolíferas do mundo.

O que importa mais na Petrobras?

O valor das ações, espremido também por uma campanha que vai muito além da intenção de sanear a empresa e combater eventuais casos de corrupção e que inclui de apelos, nas redes sociais, para que consumidores deixem de abastecer seus carros nos postos BR; à aberta torcida para que “ela quebre, para acabar com o governo”; ou para que seja privatizada, de preferência, com a entrega de seu controle para estrangeiros, para que se possa — como afirmou um internauta — “pagar um real por litro de gasolina, como nos EUA”?

Para quem investe em bolsa, o valor da Petrobras se mede em dólares, ou em reais, pela cotação do momento, e muitos especuladores estão fazendo fortunas, dentro e fora do Brasil, da noite para o dia, com a flutuação dos títulos derivada, também, da campanha antinacional em curso, refletida no clima de “terrorismo” e no desejo de “jogar gasolina na fogueira”, que tomou conta dos espaços mais conservadores — para não dizer golpistas, fascistas, até mesmo por conivência — da internet.

Para os patriotas, e ainda os há, graças a Deus, o que importa mais, na Petrobras, é seu valor intrínseco, simbólico, permanente, e intangível, e o seu papel estratégico para o desenvolvimento e o fortalecimento do Brasil.

Quanto vale a luta, a coragem, a determinação, daqueles que, em nossa geração, foram para as ruas e para a prisão, e apanharam de cassetete e bombas de gás, para exigir a criação de uma empresa nacional voltada para a exploração de uma das maiores riquezas econômicas e estratégicas da época, em um momento em que todos diziam que não havia petróleo no Brasil, e que, se houvesse, não teríamos, atrasados e subdesenvolvidos que “somos”, condições técnicas de explorá-lo?

Quanto vale a formação, ao longo de décadas, de uma equipe de 86.000 funcionários, trabalhadores, técnicos e engenheiros, em um dos segmentos mais complexos da atuação humana?

Quanto vale a luta, o trabalho, a coragem, a determinação daqueles, que, não tendo achado petróleo em grande quantidade em terra, foram buscá-lo no mar, batendo sucessivos recordes de poços mais profundos do planeta; criaram soluções, “know-how”, conhecimento; transformaram a Petrobras na primeira referência no campo da exploração de petróleo a centenas, milhares de metros de profundidade; a dezenas, centenas de quilômetros da costa; e na mais premiada empresa da história da OTC – Offshore Technology Conferences, o “Oscar” tecnológico da exploração de petróleo em alto mar, que se realiza a cada dois anos, na cidade de Houston, no Texas, nos Estados Unidos?

Quanto vale a luta, a coragem, a determinação, daqueles que, ao longo da história da maior empresa brasileira — condição que ultrapassa em muito, seu eventual valor de “mercado” — enfrentaram todas as ameaças à sua desnacionalização, incluindo a ignominiosa tentativa de alterar seu nome, retirando-lhe a condição de brasileira, mudando-o para “Petrobrax”, durante a tragédia privatista e “entreguista” dos anos 1990?

Quanto vale uma companhia presente em 17 países, que provou o seu valor, na descoberta e exploração de óleo e gás, dos campos do Oriente Médio ao Mar Cáspio, da costa africana às águas norte-americanas do Golfo do México?

Quanto vale uma empresa que reuniu à sua volta, no Brasil, uma das maiores estruturas do mundo em Pesquisa e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, trazendo para cá os principais laboratórios, fora de seus países de origem, de algumas das mais avançadas empresas do planeta?

Por que enquanto virou moda — nas redes sociais e fora da internet — mostrar desprezo, ódio e descrédito pela Petrobras, as mais importantes empresas mundiais de tecnologia seguem acreditando nela, e querem desenvolver e desbravar, junto com a maior empresa brasileira, as novas fronteiras da tecnologia de exploração de óleo e gás em águas profundas?

Por que em novembro de 2014, há apenas pouco mais de três meses, portanto, a General Electric inaugurou, no Rio de Janeiro, com um investimento de 1 bilhão de reais, o seu Centro Global de Inovação, junto a outras empresas que já trouxeram seus principais laboratórios para perto da Petrobras, como a BG, a Schlumberger, a Halliburton, a FMC, aSiemens, a Baker Hughes, a Tenaris Confab, a EMC2 a V&M e a Statoil?

Quanto vale o fato de a Petrobras ser a maior empresa da América Latina, e a de maior lucro em 2013 — mais de 10 bilhões de dólares — enquanto a PEMEX mexicana, por exemplo, teve um prejuízo de mais de 12 bilhões de dólares no mesmo período?

Quanto vale o fato de a Petrobras ter ultrapassado, no terceiro trimestre de 2014, a EXXON norte-americana como a maior produtora de petróleo do mundo, entre as maiores companhias petrolíferas mundiais de capital aberto?

É preciso tomar cuidado com a desconstrução artificial, rasteira, e odiosa, da Petrobras e com a especulação com suas potenciais perdas no âmbito da corrupção, especulação esta que não é apenas econômica, mas também política.

A PETROBRAS teve um faturamento de 305 bilhões de reais em 2013, investe mais de 100 bilhões de reais por ano, opera uma frota de 326 navios, tem 35.000 quilômetros de dutos, mais de 17 bilhões de barris em reservas, 15 refinarias e 134 plataformas de produção de gás e de petróleo.

É óbvio que uma empresa de energia com essa dimensão e complexidade, que, além dessas áreas, atua também com termoeletricidade, biodiesel, fertilizantes e etanol, só poderia lançar em balanço eventuais prejuízos com o desvio de recursos por corrupção, à medida que esses desvios ou prejuízos fossem “quantificados” sem sombra de dúvida, para depois ser — como diz o “mercado” — “precificados”, um por um, e não por atacado, com números aleatórios, multiplicados até quase o infinito, como tem ocorrido até agora.

As cifras estratosféricas (de 10 a dezenas de bilhões de reais), que contrastam com o dinheiro efetivamente descoberto e desviado para o exterior até agora, e enchem a boca de “analistas”, ao falar dos prejuízos, sem citar fatos ou documentos que as justifiquem, lembram o caso do “Mensalão”.

Naquela época, adversários dos envolvidos cansaram-se de repetir, na imprensa e fora dela, ao longo de meses a fio, tratar-se a denúncia de Roberto Jefferson, depois de ter um apaniguado filmado roubando nos Correios, de o “maior escândalo da história da República”, bordão esse que voltou a ser utilizado maciçamente, agora, no caso da Petrobras.

Em dezembro de 2014, um estudo feito pelo instituto Avante Brasil, que, com certeza não defende a “situação”, levantou os 31 maiores escândalos de corrupção dos últimos 20 anos.

Nesse estudo, o “mensalão” — o nacional, não o “mineiro” — acabou ficando em décimo-oitavo lugar no ranking, tendo envolvido menos da metade dos recursos do “trensalão” tucano de São Paulo e uma parcela duzentas menor que a cifra relacionada ao escândalo do Banestado, ocorrido durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, que, em primeiríssimo lugar, envolveu, segundo o levantamento, em valores atualizados, aproximadamente 60 bilhões de reais.

E ninguém, absolutamente ninguém, que dizia ser o mensalão o maior dos escândalos da história do Brasil, tomou a iniciativa de tocar, sequer, no tema — apesar do “doleiro” do caso Petrobras, Alberto Youssef, ser o mesmo do caso Banestado — até agora.

Os problemas derivados da queda da cotação do preço internacional do petróleo não são de responsabilidade da Petrobras e afetam igualmente suas principais concorrentes.

Eles advém da decisão tomada pela Arábia Saudita de tentar quebrar a indústria de extração de óleo de xisto nos Estados Unidos, aumentando a oferta saudita e diminuindo a cotação do produto no mercado global.

Como o petróleo extraído pela Petrobras destina-se à produção de combustíveis para o próprio mercado brasileiro, que deve aumentar com a entrada em produção de novas refinarias, como a Abreu e Lima; ou para a “troca” por petróleo de outra graduação, com outros países, a empresa deverá ser menos prejudicada por esse processo.

A produção de petróleo da companhia está aumentando, e também as descobertas, que já somam várias depois da eclosão do escândalo.

E, mesmo que houvesse prejuízo — e não há — na extração de petróleo do pré-sal, que já passa de 500.000 barris por dia, ainda assim valeria a pena para o país, pelo efeito multiplicador das atividades da empresa, que garante, com a política de conteúdo nacional mínimo, milhares de empregos qualificados na construção naval, na indústria de equipamentos, na siderurgia, na metalurgia, na tecnologia.

A Petrobras foi, é e será, com todos os seus problemas, um instrumento de fundamental importância estratégica para o desenvolvimento nacional, e especialmente para os estados onde tem maior atuação, como é o caso do Rio de Janeiro.

Em vez de acabar com ela, como muitos gostariam, o que o Brasil precisaria é ter duas, três, quatro, cinco Petrobras.

É necessário punir os ladrões que a assaltaram?

Ninguém duvida disso.

Mas é preciso lembrar, também, uma verdade cristalina.

A Petrobras não é apenas uma empresa.

Ela é uma Nação.

Um conceito.

Uma bandeira.

E por isso, seu valor é tão grande, incomensurável, insubstituível.

Esta é a crença que impulsiona os que a defendem.

E, sem dúvida alguma, também, a abjeta motivação que está por trás dos canalhas que pretendem destruí-la.

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/economia/168772/Aos-canalhas-que-querem-destruir-a-Petrobras.htm

03.05.2015

Do portal GOSPEL PRIME

Por Leiliane Roberta Lopes

O chip permite abrir portas, ligar a copiadora e até compartilhar o cartão de visita com smartphones

Empresas implantam chips nos funcionários para interagir com sistemas
Empresas implantam chips em funcionários

Um edifício comercial de Estocolmo criou um sistema para permitir que os funcionários abram portas e utilizem equipamentos como copiadoras através de um micro chip instalado sob a pele.

A ideia é nova e já começou a ser aderida pelos trabalhadores, a BBC esteve no prédio e pode conferir de perto como funciona o sistema de RFID (identificador de radiofrequência).

Um dos empresários que trabalham no prédio, Elicio da Costa, já instalou o chip na mão e consegue ter acesso às salas aproximando sua mão no leitor de chip na parede.

As 700 pessoas que trabalham ali serão convidadas a instalarem o chip, pois em breve além das portas e da fotocopiadora outros sistemas serão ligados através do chip como computadores e sistemas de pagamento.

“Hoje é meio confuso – precisamos de senhas e códigos. Não seria mais fácil se usássemos apenas o toque das mãos? É bastante intuitivo”, disse Hannes Sjoblad que também já aderiu ao chip na mão.

O sueco acredita que está só se adiantando para uma determinação que em breve o governo estará implantado. “Queremos entender essa tecnologia antes que eles venham e digam que todos devemos ganhar um chip – a Receita Federal, o Google ou o Facebook”, afirmou.

O jornalista da BBC aceitou passar pelo procedimento de colocar o chip na mão e não aprovou a ideia, pois para ligar a fotocopiadora ele teve que contorcer a mão, entendendo que o dispositivo não é tão prático assim.

Para muitos estudiosos, os chamados biochips estão ligados a um sistema de identificação global em alguns anos. Inevitavelmente essa possibilidade remete à profecia de Apocalipse que as pessoas serão marcadas com um número na mão ou na testa. Embora o portal Gospel Prime não afirme que essa tecnologia é a mesma do último livro da Bíblia, é impossível ignorar-se os desenvolvimentos constantes nessa área. Com informações UOL.

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Fonte:http://noticias.gospelprime.com.br/empresas-implantam-chips-funcionarios/

27.01.2015
Do portal OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA
Por Paulo Pimenta*

Toda a vez que o debate sobre os limites do humor emerge, a mídia – especialmente a brasileira – diz que é preciso “ir até o fim” para se garantir a liberdade de expressão. “Não podemos recuar”, afirmam uns. “Não vamos deixar nos intimidar”, dizem outros. Mas dentro desses “limites do humor” é comum vermos por parte da mídia uma naturalização da violência, da cultura do machismo, da homofobia, do preconceito às minorias e intolerância às diferenças. Será mesmo que essas “gracinhas” fazem parte de um script tão inofensivo assim? Sabemos que não. O humor “apenas” por ser humor não está desprovido de um caráter ideológico em seu conteúdo.

O deboche e menosprezo ao negro só foi coibido a partir da lei que criminalizou o racismo no país. O que hoje se repudia com veemência, as piadas contra negros, antes era aceito como algo natural, que “fazia parte”. Nesse mesmo contexto, está o PLC 122/2006 que criminaliza a homofobia. Enquanto o Congresso se omite, parte da mídia reforça em seus humorísticos uma cultura de que os gays são passíveis de serem ofendidos e humilhados, quando deveria promover uma cultura que negasse a discriminação e valorizasse o reconhecimento ao direito de sermos diferentes uns dos outros.

Daí, alguns questionamentos: qual o papel social da mídia com relação a esses temas? Não deve haver mesmo limites para o humor?

É claro perceber que os humorísticos da mídia brasileira em grande parte não buscam produzir uma consciência crítica da nossa população em relação às minorias. Pelo contrário, na medida em que reafirmam o preconceito, produzem um retrocesso no pensamento coletivo, contribuindo para um sistema de diferenciação, segregação e exclusão.

A seção de cartas do leitor

Mas, e quando a mídia passa a ser o alvo das críticas ou piadas, ela mantém o mesmo argumento de que o humor deve prevalecer a todo custo?

Claro que não. Ela reage de forma autoritária quando é zombada ou satirizada em razão de seus erros e, especialmente, suas grandes fantasias jornalísticas. Rapidamente, ela age, seja dentro do seu próprio campo ou indo até ao Poder Judiciário, para impedir qualquer prejuízo à sua, já abalada, credibilidade.

A mídia é inteligente o suficiente para saber que a quebra do monopólio da informação e uma opinião naturalizada na sociedade de que ela combate a pluralidade de opiniões e engendra todos os esforços na direção de um pensamento único, atendendo a seus próprios interesses, ameaçaria também a hegemonia daqueles que a financiam.

Assim, a liberdade de expressão da mídia brasileira é seletiva e covarde. É uma concessão para poucos. A liberdade de expressão – não a que ela diz defender de maneira hipócrita, mas a que põe em prática – gira para impedir que haja qualquer retrocesso em um sistema arcaico de privilégios. Por isso, ela própria conhece, mais do que ninguém, os limites dessa liberdade de expressão, até onde pode ir e sobre o quê e quem falar.

A mídia brasileira sempre esteve preparada, aparelhada e unida para manter o status quo e abafar as vozes daqueles que discordam do projeto político e da agenda que ela própria tem para o Brasil. Entretanto, ao que parece, a mídia brasileira demonstra dificuldades para lidar com as críticas para além da sua seção de cartas do leitor, em que ela exerce o filtro, tampouco como protagonismo possível que as novas tecnologias têm permitido aos cidadãos e à sociedade civil de romper com lógica vertical da comunicação.

MTV Brasil utilizou logotipo idêntico ao da Falha

Um episódio que ocorreu em 2010 nos dá a clareza de quão longe a mídia brasileira está disposta a ir para calar os que fazem piadas com ela ou questionam sua hegemonia. Naquele ano, os irmãos Lino e Mário Bocchini criaram o blog Falha de S.Paulo, de análises e críticas satíricas a matérias e conteúdos veiculados no tradicional diário paulista. Imediatamente, 17 dias depois, o jornal Folha de S.Paulo obteve liminar e censurou o blog, que saiu do ar. Além disso, os autores estão sendo processados pela Folha de S.Paulo.

Segundo os irmãos e jornalistas Bocchini, o blog Falha de S.Paulo está há mais de quatro anos censurado por uma decisão judicial movida justamente por um dos veículos que se diz defensor da liberdade de expressão e que, ao lado de mais meia dúzia, forma o oligopólio da comunicação no país.

Pois bem, estranho é o fato desse oligopólio, que se autoproclama “guardião” e “defensor intransigente” da liberdade de expressão, e está sempre tão disposto a levar os limites do humor “às últimas consequências”, não enxergar o caso Folha versus Falha como censura, já que cada vez que um veículo jornalístico tem sua atuação limitada pela ação do Poder Judiciário fala-se em censura e a grande mídia e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) bradam em favor da liberdade de expressão no país.

É curioso também observar que na época em que o caso Falha versus Folha ganhou repercussão, a MTV Brasil em um de seus programas utilizou logotipo idêntico ao usado pelo Falha que satirizava a Folha. Entretanto, nenhuma ação foi movida contra o Grupo Abril, antiga proprietária da MTV Brasil. “Lobo não como lobo”, já diz um velho ditado popular.

As regras são diferentes

Recentemente, o recurso dos criadores do blog Falha de S.Paulo chegou ao STJ. A pergunta é: a Folha vai manter sua posição de censura contra os irmãos Bocchini, admitindo, então, que há limites para o humor; ou vai rever sua posição, mesmo que judicialmente desfavorável a si mesma? Talvez, para a Folha e para o oligopólio da mídia haja uma terceira via, algo como “não façam comigo o que faço com vocês”. É possível.

Está claro que a Folha de S.Paulo mira muito além dos irmãos Bocchini. Insatisfeitos com a crescente audiência de blogs noticiosos na internet – que impõem uma nova agenda à Secom da Presidência da República com relação a “tal” mídia técnica – e decadentes em sua credibilidade e alcance, a Folha é a porta-voz da hora do oligopólio da comunicação brasileira que busca intimidar e enfraquecer a blogosfera, jornalistas independentes, tuiteiros que ousam interpretar nas entrelinhas da imprensa e alertar, com posições críticas e contrárias, a insistente tentativa de imposição de uma agenda neoliberal que a mídia tem para o Brasil e a manutenção de um sistema de privilégios.

O recado está dado: “O monopólio da informação e da livre manifestação do pensamento é nosso, e qualquer tipo de crítica será censurado. E se possível, ainda queremos, buscar uma indenização daqueles que insistirem em nos desafiar.”

O jogo é o mesmo, mas as regras são diferentes. Nos editoriais impressos e eletrônicos continuaremos a assistir à mise-en-scène da defesa intransigente da liberdade de expressão, mesmo que por trás das câmeras a pluralidade de ideias, que hoje transita, especialmente, pela blogosfera, continue a ser combatida.
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*Paulo Pimenta é jornalista e deputado federal pelo PT-RS        

Fonte:http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed835_liberdade_de_expressao_da_midia_e_seletiva_e_covarde

22.01.2015

Do portal do JORNAL GGN

LUIS NASSIF ON LINE

Por

Ex-Embaixador diz que Brasil fez o possível por Archer, mas se excedeu no final 
 
Jornal GGN – Que posição a Indonésia ocupa no continente asiático? Qual é a relação comercial entre Brasil e aquele país? E de que forma a execução do brasileiro Marco Archer poderá afetar acordos entre os dois países? Para responder essas questões, o Jornal GGN conversou com o ex-Ministro Conselheiro e Chefe da Missão Adjunta na Embaixada do Brasil em Washington e ex-embaixador do Brasil na Alemanha, Venezuela e Missão Permanente do Brasil junto à ONU em Nova Iorque, Regis Arslanian.
A Indonésia é considerada hoje a segunda nação mais importante da Ásia, atrás apenas da China. A taxa de crescimento do país no último ano foi de 5,16% e sua população é maior do que a do Brasil, com cerca de 248 milhões de habitantes. Ela também é um dos 53 países que hoje estabelecem pena de morte para alguns dos crimes cometidos em seus territórios.
Arsalanian explica que é obrigação de qualquer nação zelar por seus cidadãos no exterior, por isso pondera que todas as tentativas do governo brasileiro de reverter a sentença de execução de Marcos Archer foram acertadas. Entretanto, apontou como excessivo o ato de chamar o embaixador do Brasil em Jacarta, capital da Indonésia.
“Quando se chama o seu embaixador para consulta é quase como um rompimento de relações diplomáticas. É um gesto muito forte, duro, para adotar contra um país que afinal de contas é importante na Ásia. De todo o modo, o Brasil mostrou com isso seu inconformismo”, diz.
Em termos econômicos o impacto das rusgas diplomáticas entre os países têm pouca importância já que o comércio em si não alcança US$ 600 milhões de dólares, somando importações e exportações. Mas Arslanian ressalta que essa página no histórico de relações entre Brasil e Indonésia poderá trazer mais prejuízos econômicos ao Brasil, lembrando da discussão aberta em dezembro passado na Organização Mundial do Comércio contra as barreiras impostas pelo país asiático à entrada do frango brasileiro.
“Acho difícil que o Brasil consiga com outros países apoio multilateral, algo mais concreto contra a Indonésia. O que pode haver são declarações condenando e repudiando aquele país porque, para nós, a pena de morte é um ato violento, um estado de barbárie”, acrescentou.
Soberania
Arsalanian destaca que um dos pontos “mais sagrados da ONU é a não intervensão nos assuntos internos dos outros países. O que só poderia ser feito se a Indonésia fosse considerada um estado terrorista, como o estado Islâmico ou algo assim”. Segundo o ex-Embaixador, o país ofendido pode solicitar reunião para discutir seu descontentamento na ONU, mas “dificilmente haverá alguma sanção legal contra as leis da Indonésia”. Por outro lado, ele considera positivo o movimento de reforço das relações entre Brasil, Holanda e Austrália contra a execução de seus respectivos cidadãos na Indonésia.
Assim como o Brasil, a Holanda chamou de volta seu embaixador para consulta, pela execução do holandês Ang Kiem Soe, também por tráfico de drogas. Nesta semana a chanceler australiana, Julie Bishop, chamou de aberração a prática de pena de morte. O país tem dois cidadãos no corredor da morte na Indonésia.
Arsalanian se preocupa agora com os próximos passos que a diplomacia brasileira poderá tomar para reverter a sentença de morte de outro brasileiro, o paranaense Rodrigo Muxfeld Gularte, também acusado de tráfico de cocaína. Para ele, o embaixador brasileiro na Indonésia, Paulo Alberto da Silveira Soares, deverá voltar somente após o desfecho desse outro capítulo.

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Fonte:http://jornalggn.com.br/noticia/indonesia-nao-sera-abalada-por-inconformismo-brasileiro#.VMEk7uzmJaE.twitter

12.01.2015

Do portal VOLTEMOS AO EVANGELHO

Por Dave Russell

EvangelismoUniversitario

Embora o câmpus universitário ofereça uma excelente oportunidade para a evangelização, também pode ser desafiador ultrapassar o abismo entre a igreja local e o câmpus universitário.

Os câmpus universitários muitas vezes parecem “uma cidade dentro de uma cidade”. Eles têm sua própria cultura, seus próprios calendários, sua própria (e estreita) demografia. Enquanto muitas pessoas estão em casa escovando os dentes e se preparando para dormir, estudantes universitários podem estar pensando que esteja na hora de pedir uma pizza e começar a trabalhar em um artigo científico de dez páginas. Quando comecei o ministério no câmpus aos 22 anos, eu me parecia com os alunos do câmpus. Agora, aos 36 anos, eu chamo a atenção se estiver em um alojamento universitário. Por essa e tantas outras razões, há um abismo a transpor.

Apesar disso, nós queremos que as igrejas sejam capazes de influenciar o câmpus e que o câmpus esteja presente na igreja local. Mas como?

A resposta breve é que as igrejas devem buscar uma dinâmica de ministério que estabeleça um ciclo entre câmpus e igreja. À medida que a igreja impacta o câmpus universitário, o câmpus é envolvido na vida da igreja local e, então, aquela igreja prepara aqueles estudantes para caminhar com Deus e labutar pelo evangelho de volta no câmpus. Isso pode ser demonstrado no seguinte diagrama:

O CICLO

O primeiro passo decisivo ocorre da igreja para o câmpus. É preciso enviar obreiros ao câmpus para que preguem o evangelho. No mínimo, isso significa preparar estudantes universitários que sejam membros de sua igreja. Isso também pode incluir usar a equipe pastoral (pastores universitários, estagiários remunerados etc.), líderes leigos ou um ministério paraeclesiástico fiel (mas nunca em lugar da preparação dos estudantes da igreja). O objetivo é alcançar o câmpus com o evangelho por meio do envio de obreiros para um ministério focado nele. Em vez de simplesmente tentar atrair estudantes universitários com uma programação dentro da igreja, as igrejas devem focar em alcançar os câmpus por meio do envio de obreiros ao câmpus.

O segundo passo é integrar tudo o que acontece no câmpus à igreja local. À medida que as igrejas propagam o evangelho e os estudantes se voltam para Cristo, eles devem então ser envolvidos naquela igreja local, onde serão ensinados sobre a importância do batismo, da membresia da igreja e da comunhão. Eles devem ser discipulados como membros da igreja local.

Depois, então, o ciclo se repete: à medida em que os alunos estão conectados à vida da igreja, eles são preparados para voltar ao câmpus para servir e causar impacto. Todo o ministério que é realizado fora é, então, trazido de volta à igreja local.

EM QUE MUITAS VEZES SE TORNA O MINISTÉRIO NO CÂMPUS

Na minha experiência, ministérios universitários têm dificuldade em desenvolver uma dinâmica de ciclo entre a igreja e o câmpus. Os dois se separam e o ministério universitário passa a funcionar como uma subcultura isolada. Deixe-me dar dois exemplos:

Desligado da igreja: errando o alvo

Com muita frequência, ministérios universitários teologicamente confiáveis – sejam eles paraeclesiásticos, denominacionais ou mesmo mantidos por igrejas — propagam o evangelho e fazem coisas boas, mas não estão integrados à vida da igreja local. Eles têm um ministério frutífero no câmpus, uma diversidade de pequenos grupos e oportunidades de treinamento, mas os próprios estudantes não se conectam de uma forma significativa às igrejas locais. Talvez eles não estejam envolvidos na igreja de modo nenhum igreja; talvez estejam sempre mudando de igreja, ou talvez apenas considerem a igreja um lugar para ir aos domingos de manhã.

Estes tipos de ministérios no câmpus acabam estabelecendo uma dinâmica que opera isolada da igreja. Eles têm boas intenções, mas deixam de lado um aspecto crucial de seguir a Jesus: viver dentro da estrutura e da responsabilidade da igreja local e de seus líderes. Eles fazem coisas boas, mas não estão preparando aqueles estudantes para uma vida inteira de seguir a Jesus. Em vez de associarem-se às igrejas locais, esse ministérios terminam como substitutos acidentais da igreja local na vida dos estudantes cristãos.

Desligados do câmpus: perdendo oportunidades

O outro lado da moeda é que há igrejas que têm estudantes frequentando, talvez até como membros. Esses estudantes podem participar em atividades ministeriais e programas da igreja. O problema é que eles não estão de fato integrados ao câmpus; eles não estão buscando focar o ministério ali.

Para esclarecer, eu não acredito que todos os universitários devam direcionar seu ministério pessoal ao câmpus. Contudo, se a maioria dos estudantes universitários de sua igreja não busca um ministério pessoal no câmpus, eu penso que tanto eles quanto vocês estão perdendo uma excelente oportunidade. Os estudantes universitários que são membros de sua igreja estão na melhor posição para propagar o evangelho no câmpus. Esse tipo de ministério pode fazer um bom trabalho ao envolver os estudantes do câmpus na vida da igreja local, mas erra o alvo à medida que não procura discipulá-los ou equipá-los para, intencionalmente, impactarem o seu campus.

COMECE COM ALGUMAS PESSOAS, NÃO ALGUMAS ATIVIDADES

Muitos ministérios universitários têm dificuldades de desenvolver esta dinâmica cíclica. Em vez de perguntar: “Como atrairemos estudantes universitários à nossa igreja?”, nós deveríamos perguntar: “Como a nossa igreja está impactando o câmpus com o evangelho?”.

Com muita frequência, os ministérios universitários reúnem uma multidão de estudantes para grandes reuniões e atividades. Mas o de que o câmpus precisa mesmo não são mais atividades, e sim pessoas que propaguem o evangelho aos estudantes incrédulos, que alcancem os estudantes cristãos ao seu redor e os ajudem a se envolverem na igreja e a serem discipulados.

A questão agora se torna… “Como?”

Comece com algumas pessoas. Quer sejam alguns estudantes, alguns líderes leigos ou alguns membros da equipe pastoral ou estagiários, comece a pensar em como sua igreja pode evangelizar e discipular no câmpus. Se não for possível ainda ter um grupo de pessoas comprometido com esse alvo, aqui estão algumas coisas que você pode fazer nesse ínterim:

  • Ore regularmente, nas reuniões semanais de sua igreja, para que o evangelho avance nos câmpus locais.
  • Considere contratar estagiários (estudantes recém-formados seriam o ideal) para se dedicarem ao evangelismo no câmpus. Esses estagiários poderiam ser integral ou parcialmente sustentados.
  • Ensine os estudantes universitários acerca da importância da membresia da igreja e encoraje-os a se tornarem membros de uma igreja nos primeiros anos de faculdade. Ajude-os a ver que quatro anos é tempo o bastante para se comprometer com uma igreja local e que isso não deve ser visto como uma fase transitória.
  • Em vez de oferecer aulas de acordo com a faixa etária (Escola Dominical tradicional), integre os estudantes universitários às classes de adultos.
  • Concentre-se mais em treinar e discipular os estudantes do que em programações atrativas e legais. Treine os estudantes para usarem ferramentas evangelísticas como “Duas maneiras de viver”, “Christianity Explored” e “One to one Bible reading” [“Cristianismo explorado” e “Leitura Bíblica Um a Um”, ambos sem tradução em português].
  • Ajude a posicionar os estudantes para impactarem o câmpus. Em vez de viverem num apartamento fora do câmpus, encoraje-os a morarem num alojamento de calouros ou num local onde eles possam desenvolver muitos relacionamentos.
  • Encoraje os membros de sua igreja a convidarem estudantes a suas casas e os estudantes a convidarem membros de sua igreja ao câmpus.
  • Dave Russell mora em Washington, D. C., onde serve como diretor do Campus Outreach DC e é pastor assistente da Capitol Hill Baptist Church. Depois de 15 anos servindo no ministério universitário, ele está começando a plantação de uma igreja em Charlotte, North Carolina, que será oficialmente aberta em 2015.

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Fonte:http://voltemosaoevangelho.com/blog/2014/12/evangelismo-universitario-e-igreja/?twitter&utm_content=bufferc0370&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_campaign=buffer

12.01.2015

Do portal BRASIL247

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/166270/Mariz-alerta-contra-excessos-da-%27cultura-punitiva%27.htm

12.01.2015

Do portal BRASIL247

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/166279/Charlie-N%C3%A3o-eu-n%C3%A3o-sou-manipul%C3%A1vel.htm

09.01.2015

Do blog BALAIO DO KOTSCHO,

k Qual é, afinal, a agenda da oposição para 2015?Por absoluta falta de assunto, a imprensa e as oposições em geral poderiam dar férias coletivas aos seus colaboradores. Cada vez que termino de ler o tedioso noticiário do dia, lembro-me da célebre frase do filósofo Ronald Golias, um gênio que faz muita falta nos dias atuais: “A humanidade não está se comportando bem…”

Ontem, ao retornar de breve recesso, tratei aqui das desventuras da primeira semana do governo Dilma 2 e suas perspectivas pouco animadoras para 2015, praticamente concentradas no acerto das contas públicas entregue às mãos de tesoura do ministro Joaquim Levy.

Hoje, quarta-feira, quando olho para o lado oposto do espectro político partidário-midiático, o cenário também não é nada animador. Mais de dois meses após a sua quarta derrota consecutiva em eleições presidenciais, a oposição continua mais perdida do que cachorro em dia de mudança. Atira para todos os lados, mas não acerta uma bala no alvo capaz de lhe render manchetes e o respeito dos eleitores.

Quer apenas impedir que a presidente Dilma inicie seu segundo governo e, se possível, derrubá-la. Para isso, vale tudo: pedir mais CPIs da Petrobras, vazar novas denúncias, apelar aos seus aliados no Supremo Tribunal Federal comandado pelo onipresente Gilmar Mendes, hoje o principal líder da oposição real, ao lado da grande mídia familiar, enquanto o impagável Eduardo Cunha não assume a presidência da Câmara.

Seus principais líderes, o mineiro Aécio Neves e o paulista José Serra, simplesmente sumiram de cena, assim como o paranaense Álvaro Dias, eterno porta-voz da turma sempre à disposição de câmeras e microfones.

Aécio e Serra limitam-se a dar alguns pitacos reativos a cada discurso ou ação do governo, em notas oficiais ou plantadas em colunas amigas. Estão a reboque de figuras menores e mais assanhadas como os Agripinos, Goldmans, Bolsonaros, Imbassahys, Freires, Lobões, e todas estas figurinhas carimbadas do colunismo do pensamento único do Instituto Millemium, que parecem saídas da Velha República, com aquelas imponentes barbas, calvas cultivadas e cabeleiras brilhantinadas, adornadas por suas meigas coleguinhas.

O fato é que, até agora, esta oposição brasileira _ ao contrário, por exemplo, do que acontece com os republicanos, que disputam palmo a palmo com os democratas as discussões de projetos importantes no Congresso americano _ ainda não conseguiu produzir sequer uma agenda alternativa para o país, em nenhuma área, e se limita a alimentar uma guerra permanente contra o governo petista para evitar nova derrota em 2018.

Por isso, batem em Dilma, mas querem mesmo é atingir Lula, se possível mata-lo politica ou fisicamente, para que ele não ouse se candidatar de novo. É só isso que lhe interessa. O país que se dane. A única agenda da oposição é evitar que Dilma governe e Lula volte. Ficar vinte anos fora do poder, para estes antigos donos da pátria, é simplesmente inadmissível. Por mais fraco que possa ser o governo reeleito, a oposição é ainda pior.

O PSDB até tem um centro de altos estudos, o Instituto Teotônio Vilela, mas ali você não vai encontrar nada além de artigos e entrevistas dos tucanões de sempre. Na aba de “notícias”, só duas foram publicadas este ano, ambas na terça-feira: uma sobre programas sociais do governo tucano do Paraná e outra de parlamentares do partido criticando o discurso de posse de Dilma Rousseff na semana passada.

Antes disso, a última notícia de 2014 fora publicada no dia 9 de dezembro, reproduzindo uma matéria de O Globo, sobre a proposta de atualização do programa partidário apresentada por Aécio Neves.

Enquanto isso, a velha mídia oligárquica vai ocupando o lugar que deveria ser dos partidos de oposição. Mesmo perdendo audiência e circulação, obrigada a entregar o comando editorial a terceiros ou a retirar bustos de seus fundadores do saguão de prédios que vão aos poucos se esvaziando de redações, os barões da imprensa não perdem a empáfia.

Isso não é bom para a democracia brasileira. Tanto quanto um governo Dilma 2 melhor do que o Dilma 1, precisamos de uma oposição mais responsável, propositiva e consequente do que esta que está aí, rancorosa, sectária e cada vez mais medíocre.

Se o PT está em crise, não é esta nova versão da UDN quem vai nos salvar.

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Fonte:http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/